(Honestante, já me aborrece. Eu era tão inexperiente, tão pouco criativo.)
A útlima ideia foi causada pelo que ouvi no funeral do AAA.
UMA CONVERSA
ENTRE MEIA DÚZIA
DE FERIDAS NA TERRA
"Eu lamento imenso o que aconteceu
ao teu filho. Acreditas quando te
digo que eu era contra
contratá-lo?
Por mim, nem tinhamos
seguido com o processo..."
Não precisei de ouvir mais para deduzir algumas coisas.
Sentimentos e...
oh, sim, talvez o pai do assassinado e do assassínio
os conhecesse melhor que os preconceitos
das gentes desta terra.
Parabéns, senhor Quintiliano Gravato.
Mas como será que o senhor iria lidar
com a condenação do seu mais novo?
Prefiri tirar as conclusões por mim mesmo.
E esperar pelo fim do processo e pelo funeral da minha primeira vítima.
Primeiro, inspirar.
Depois, passar à acção.


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