ou se as pessoas vão adorar
ou sequer chegar a ler,
se me preocupasse, nunca escreveria.
Escrevo para mim, em primeiro.
Escrevo por mim.
Escrevo porque preciso
(e preciso sempre).
Escrevo porque a escrever sou eu, real e efectivamente eu.
Não quero saber se já há ideias como as minhas, à venda ou em preparação.
Não quero saber das etiquetas que deitam no que escrevo.
Escrevo como respiro e, se não escrevesse, seria oca.
Seria um vazio de não significado para mim mesma.
Escrever histórias é só como imaginá-las.
É vê-las na mente e poder expressá-las por escrito e mais tarde reler e reviver.
Não me digam que são impossíveis
ou que não correspondem à realidade,
porque eu sou esquizofrénica por
natureza, daí
ter um grande afastamento da realidade.
Queixem-se do que faço, culpem-me pelo que sou - não quero saber.
Criar blogs é a resposta que dou ao aprisionado cá dentro, ao que falta sair quando escrevo.
É que, apesar de tudo, tenho esperança de que haja quem goste
disto que escrevo (porque eu não)
e a esses quero dizer apenas:
Boas vindas.
Boas leituras.
Bom dia.


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