sábado, 12 de setembro de 2009

Pela autora

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Não, esta história não é acerca de quem sou ou do que faço ou como faço ou como acho.


Para isso, podem ir ao escritos dispersos, que são textos pela ordem por que escrevo.

Se querem críticas directas à sociedade em geral, têm as crónicas do lodaçal, que, de momento, estão estagnadas.

Se apreciam um pouco de loucura, podem exprimentar ler Edna Berry, apesar de não ter continuado - tenho de acabar, primeiro, a história do pai dela, Edgar Perry - esse sim, o meu louco pseudo-esquizofrénico preferido.


Este blog é para os crimes que os declarados inocentes cometem.
Surgem na minha imaginação.

E quis enunciá-los e à sua história.
Quis escrever história, conto, não só escritos dispersos.


Porém, tenho falado sobre tudo.
Não só sobre as personagens, mas também sobre o que eu penso ou o que faço ou como faço.
Não estava planeado, aconteceu, com a criação do blog.

Foi um impulso.

"Uma vontade incontrolada."

Não me julguem por continuar a ser fiel ao principal objectivo do blog.
Aliás, façam-no, estou-me nas tintas.

Sim, este é um blog de criminosos que criei.
Também os sinto neste impulso.

Este blog está a tornar-se inesperado para mim própria.


Sim, isto é uma salada do real e do imaginário, de mim e das minhas personagens.
Eu sei.
Não é adorável?

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Antes de começar

Odeio isto: o blog não é um livro - os posts mais antigos aparecem em último, os mais recentes em primeiro.

É como ler de trás para a frente!
Recomendo ir ao arquivo para ler por ordem.

(Se alguém souber se dá para pôr ao contrário, avise s.f.f.)