Não posso negar que toda a minha vida tenho feito suposições acerca de como teria continuado se não tivesse surgido a segunda oportunidade.
Pergunto-me: como seria a minha terra, hoje?
Porém, esses momentos de dúvidas não duram mais que segundos.
O passado troça de mim,
olhando-me do seu poleiro,
sorrindo.
É imutável e irreversível.
E não poderia ter acontecido de outra maneira.
A oportunidade deu-se, agarrei-a.
Sorrio-lhe, também.
Algo tão pequeno
com tais consequências
(como me deixou surpreso)
Nos meus sonhos, revejo o que aconteceu naquele ano.
Começou em Janeiro, quando o dinheiro dos funerais dos Gravato começou a escassear.
Foi um despertar.
Finalmente pronto.
Abro as portas a essas memórias.
Acompanham-me?


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